Por: Robert Sephr
O primeiro aparecimento do homem de Cro-Magnon remonta a pelo menos 35.000 a C, no oeste da África e Europa. Eles tinham um cérebro maior e ferramentas bem mais sofisticadas. Há quatro estágios de inteligentes povos Cro-Magnon aparecendo no oeste/norte da África e se expandindo a partir desse local. Os antropólogos também encontram quatro estágios de restos/ferramentas nos Açores e outras ilhas do Atlântico. Umas das maneiras de se determinar a sua inteligência é através do tamanho do cérebro medido em cc. O maior crânio de Cro-Magnon já encontrado media 1800 cc. Esses primeiros estágios de Cro-Magnon são por vezes chamados "Paleo-Atlânticos". Porém, até hoje, não se sabe onde ou como surgira exatamente algo tão diferenciado no mundo daquela época como essa magnífica raça.
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A Invasão Cro-Magnon |
A arte rupestre nas montanhas dos Pirineus, entre a França e a Espanha é de origem Cro-Magnon. Quando a arte foi descoberta muitos achavam que era um trote. Parte da arte descreve-los com roupas sob medida e até chapéus. E em muitos casos, estavam até barbeados. Agulhas de ossos e lâminas obsidianas foram encontradas, o que sugere uma cultura avançada. Anotações riscadas por ossos sobre astrologia e ciclos lunares. Os Cro-Magnon foram os primeiros a montarem fazendas, ter avançados instrumentos musicais e construir casas (15.000 a C).
A última etapa foi a maior, ocorrendo em torno de 10.000 a C, apresentando o mais moderno dos Cro-Magnon, que mais tarde se tornaria a base da humanidade moderna.
Os estágios históricos e suas localizações sugerem que eles podem ter sido pessoas que migraram de Atlântida. 10.000 a C. é também o período do fim da última Era do Gelo, que teve um número recorde de terremotos, segundo geólogos, extinção de várias espécies e perturbações geomagnéticas que causaram a movimentação dos polos. O derretimento das geleiras nesse período causou inúmeras inundações.
A origem do mito de Atlântida esta no Egito, não na Grécia, mas o mito é encontrado em varias religiões pelo mundo inteiro, muitas vezes, associado ao mito do dilúvio (1). Atlântida foi destruída em torno de 9650 a C., segundo Platão via Sólon através dos sacerdotes de Sais. Platão é a principal fonte, que gravou o conto em dois de seus livros (tímeu e Crítias) dito a ele por seus avô Sólon. Ele havia viajado para o Egito em 560 a C. e aprendeu o conto de um grupo de sacerdotes egípcios em Sais, que fora adquirido a partir de antigos tabletes escritos sobre colunas no Egito.

O Manetho grego traduziu a listas reais por volta de 250 a C. Outras fontes diretas dessas listas de Deuses-reis são do templo de Osíris, em Abidos, a Pedra de Palermo (um documento da Quinta Dinastia) e o Papiro de Turim (um documento da Décima nona dinastia). Depois de dizer-nos que o número total de anos abrangidos pelas dinastias da lista de reis é igual á 36.525 anos (que aliás, concorda exatamente com o período Cro-Magnon), ele continua: "A primeira série de príncipes era a dos "Auritaes" (ou dos "Aletae", de acordo com Sanchuniaton). Ele chama isso de, "O Estado dos semi-Deuses". Ele segue esta com uma lista dos reinados do Deuses, começando com Ptha e Rá, finalizando com Hórus.
A lista dá os Deuses gregos comparáveis. Os titãs, Hefesto e Heliseu e finalizando com o Deus Hórus novamente (o rei Hórus governou o Egito e a Grécia em algum ponto). O Manetho é bastante cuidadoso em salientar que os primeiros reis não governaram o Egito, mas um país estrangeiro. O próprio Egito fora inicialmente, uma colônia ou região conquistada.
E sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, os filhos dos Deuses vendo as filhas dos homens que eram belas e formosas, tomaram para si todas as mulheres que escolhiam. E então... Haviam gigantes na terra naqueles dias e também depois, quando os filhos dos Deuses retornaram as filhas dos homens. E esses mesmos frutos dessas uniões eram homens valentes (heróis), que foram antigamente, homens de renome (Gênesis: 6:1 - 2,4)

A descoberta dessa raça [...] uma vez despertou profundo interesse no mundo científico, para a altura e capacidade cerebral observadas nas extraordinárias amostras esqueléticas encontradas. O que força os antropólogos a conclusão de que uma vez um tipo muito mais elevado de homem deve ter morado na Europa(6). O crânio do Cro-Magnon foi grande, a observar pelos ossos da bochecha-superior, a orbita dos olhos era imensa e todo o físico poderoso (7).
Notas:
(1) - Como exemplos clássicos disso, podemos ver esses elementos na mitologia suméria, hebraica, nativo-americana e cambojana, por exemplo.
(2) - Assim como em toda cultura ariana, que se deixe bem fixo essa ideia, algo incrivelmente notável
(3) - Problema de Atlântida (1924), pg 58
(4) - idem, pg 80
(5) - idem, pg 227
(6) - História de Atlântida (1927), pg 80
(7) - idem, pg 107
Veja Também:
Fonte (em inglês):