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Quem Eram os Gigantes Ruivos da América? (Parte I) - "Colonizadores e os Homens da Patagônia"




"Na terra, haviam gigantes" - Homero, poeta grego (século VIII a C.) 




"Eles, ao que tudo indica, andaram sobre os quatro cantos do mundo, foram temidos, venerados, honrados, combatidos e combatentes. Esta série se dedicará a estudar os Enigmáticos e misteriosos gigantes da América. Sim, neste belo continente, existem provas de todos os tipos e vertentes de que também foi lar dessa altiva raça e em abundância, em toda a América. E o mais interessante...contasse que nossos gigantes eram ruivos, com peles claras, tinham estrutura imponentes e incrivelmente altos (sem redundâncias).  Mas se eles existiram um dia, se existem tantas provas, onde estão eles? Que provas são essas? E os indícios gritantes? É o que se tem procurado, e aos poucos é o que se tem achado". -A. M.

Poucos americanos (1) vivos hoje estão conscientes de que uma vez, gigantes reais percorreram estas terras - humanos gigantes de cabelo vermelho. A grande maioria acredita que os índios nativo-americanos foram os primeiros a povoar o continente americano. No entanto, haviam outros - uma raça muito mais antiga que andava pelas montanhas, vales, planícies e desertos da América pré-colombiana. 

Evidências de seres humanos gigantes - pessoas entre até 7 e 10 pés de altura - existem nos registros fósseis, ferramentas e outros artefatos encontrados em escavações arqueológicas. Restos de esqueletos gigantes tem impressionado e, por vezes, assustado os pesquisadores e exploradores tanto nos dias de hoje quanto no século XVI.

Os primeiros registros oficiais de relatos sobre gigantes na América remonta ainda ao século dos desbravadores europeus (os índios já relatavam sobre isso em suas lendas orais  de forma ancestral nessa época) enquanto precorriam a América em busca de metais preciosos. Os primeiros exploradores que relataram sobre encontros com gigantes no continente  são homens como Fernão de MagalhãesSir Francis Drake, o explorador espanhol, Desoto e o comodoro Bryon, avô do poeta, Lord Bryon. Desses, podemos citar com bastante clareza, uma observação bem documentada por Magalhães em torno de 1520-19.

Fernão de Magalhães (foto ao lado), o navegador português que a serviço da coroa espanhola, fora o primeiro a cruzar o globo (viagem de circo-navegação) abordo de sua esquadra de 5 navios e 234-7 homens. Contasse nos relatos da viagem, escritos por Antônio Pigaffeta, escrivão de bordo, que por muitos dias, a esquadra atracou na costa argentina nas regiões conhecidas como Patagônia e Terra do Fogo. 



No dia 19 de Maio de 1519, atracados no porto de San Julián, conta Pigaffeta que Distanciando-se destas ilhas para continuar a rota á 49 graus e 30 min de latitude meridional, foi onde encontraram um porto. E como o inverno se aproximava, julgamos ser aconselhável passar ali aquela má estação. Transcorreram então, dois meses sem que vissem nenhum habitante do país. Um dia, quando menos esperavam, um homem de figura gigantesca se apresentou...

"Estava sobre a areia, quase nu, e cantava e dançava ao mesmo tempo, jogando poeira sobre a cabeça. O Capitão enviou à terra um dos nossos marinheiros, com ordem de fazer os mesmos gestos em sinal de paz e amizade, o que foi muito bem compreendido pelo gigante, que se deixou conduzir a uma pequena ilha, onde o capitão havia descido. Eu me encontrava ali com muitos outros. Deu mostras de grande estranheza ao ver-nos e levantando o dedo queria dizer que acreditava que nós havíamos descido do céu."  [...] "Este homem era tão grande que nossas cabeças chegavam apenas até à cintura. De porte formoso, seu rosto era largo e pintado de vermelho, exceto os olhos, que eram rodeados por um círculo amarelo e dois traços em forma de coração nas bochechas. Seus cabelos , escassos, pareciam branqueados por algum pó". [...] "Seu vestido, ou melhor dito, seu manto, era feito de peles muito bem costuradas, de um animal que abunda no país". "Usam os cabelos cortados em auréola como os frades, porém mais longos e presos em volta da cabeça por uma corda de algodão, na qual colocam as flechas quando vão caçar. Na mão levava um arco curto, pesado, com um cabo um pouco mais grosso do que os do alaúde, e feito dos intestinos do mesmo animal e um feixe de flechas de cana, em vez de penas curtas como o nosso, e com pontos de pedras de sílex branco e preto, na forma de setas turcas, em vez de ferro. Esses pontos foram formados por meio de outras pedras [...] Se faz muito frio, prendem estreitamente contra o corpo suas partes naturais""Parece que sua religião se limita à adoração do diabo. Julgam que quando um deles está morrendo, aparecem dez ou doze demônios cantando e dançando ao seu redor. O demônio que provoca maior alvoroço e que é o chefe maior dos diabos é Setebos. Os demônios pequenos são chamados Chelele [...] Nosso capitão chamou a este povo de Patagões (devido ao tamanho de suas patas)". (2)

Pigaffeta até mesmo descreveu brevemente um estranho animal que o gigante da patagônia trazia consigo em sua carta: "Este animal tem a cabeça e orelhas de mula, corpo de camelo, patas de cervo e cauda de cavalo e relincha como este".

Também é descrito por Magalhães que as cores reais dos cabelos do gigante eram vermelhos, e sua voz era estridente "como um touro". Mas tarde, Magalhães e os navegadores aprenderam como os nativos (de tamanho comum) que os gigantes pertenciam a uma tribo vizinha. 

Notavelmente, os registros de Pigaffeta (foto ao lado) mostram que Magalhães e seus marinheiros capturaram dois desses gigantes vivos e trouxe a bordo de seu navio com a intenção de levá-lo a Europa, mas infelizmente, ambos os indivíduos ficaram doentes e ambos morreram durante a viagem de volta. E no fim das contas, a viagem de "volta ao mundo" terminara em 1522, mas o intrépido Fernão de Magalhães morrera antes, nas Filipinas, em combate com nativos e tivera seu túmulo no mar. Porém, Pigaffeta, que fora um dos poucos sobreviventes da viagem, sobrevivera para manter esses registros bem a salvo.

Cinquenta e oito anos depois, segundo registros de outros exploradores, os gigantes ainda percorriam San Julián. E ninguém menos que o nobre pirata Francis Drake (foto ao lado) teria registrado em suas empreitadas, diversos encontros entre ele e sua população com os homens ruivos gigantes de até 9 pés de altura. Nos anos que se seguiram, diversos navegadores de diversas nacionalidades teriam relatado a suas coroas e superiores os registros dos homens gigantes de cabelos ruivos que circundavam aquela área.

Dois exploradores neerlandêses dos séculos XVI - XVII menos conhecidos na historiografia geral, de nome, Jacob Le Maire e Wilhelm Schouten alegaram ter descoberto próximo aquela região um esqueleto humano intacto de nove pés. Cada um deles entrou em descrições minuciosas em seus diários de bordo, dando as mesmas características atestadas nas viagens de navegadores anteriormente. Se uma raça de homens gigante com principalmente cabelos vermelhos habitaram as Américas durante séculos e são tão nativas quanto os indígenas no sentido de estarem aqui fixadas a incontáveis gerações antes dos europeus, não teriam por ai seus vestígios de materiais, restos mortais e artefatos, sem contar, os locais onde viviam? Será que ainda permaneceram com a ação do tempo? Eles existem! E muitos se encontraram nos "montes".


Notas:

(1) - E por americanos, entenda-se todos que moram nas três Américas.

(2) - Trechos extraídos do diário da expedição de Fernão de Magalhães, conhecida como a primeira viagem de circunavegação ao redor do mundo, escrito por Antônio de Pigafetta.